quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Alternativas Ecológicas para Prevenção de Pragas e Doenças Técnica do “capote” artificial

Técnica do “capote” artificial

Como colher frutos maduros sem ataque de insetos ou aves?

1º) Separe um grampeador e uma revista velha.

2º) Retire o excesso de folhas no entorno dos frutos.

3º) Envolva os frutos com a folha de revista na forma de um cone virado para baixo.

4º) Grampeie onde for necessário para fechar os frutos e formar um “capote” de proteção.

Esta técnica aprendi com a Physalis (juá-de-capote). Ao observar os frutos da Physalis sempre perfeitos e sem ataques de insetos ou pássaros resolvi aplicar a mesma técnica nas ameixas de inverno, e como o resultado foi satisfatório apliquei nos pêssegos também. Os frutos amadurecem no próprio pé e seu sabor fica incomparável. A natureza é sabia e vive nos ensinado, é só abrir os olhos. Foto abaixo o “capote artificial” nos frutos do tomateiro de árvore.

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FORMIGAS CORTADEIRAS

CORTADEIRAFormigas cortadeiras são insetos encontrados exclusivamente nas regiões tropicais e subtropicais das Américas. Estas formigas desenvolveram um avançado sistema agrícola baseado num mutualismo: elas se alimentam de um fungo específico que cresce nas câmaras subterrâneas de seus ninhos. As formigas cultivam seu fungo, fornecendo vegetais frescos e controlando organismos indesejados, como outros tipos de fungos. Quando as formigas trazem acidentalmente folhas tóxicas colônia, este secreta uma substância química que serve de aviso para quê as formigas não coletem mais este vegetal ou similares (iscas). Fonte da foto e texto: http://www.ahmaxi.com.br/ah/formigas.php

As formigas cortadeiras têm causado sérios danos às culturas. Forçando-nos à busca de controle alternativas, aos produtos químicos utilizados.

Dificuldades no controle e importância dos danos.

  • Quase todas as plantas cultivadas podem ser atacadas, além de árvores, invasoras e pastagens.O que significa que as mesmas não dependem exclusivamente de algumas plantas.
  • Grande número de formigueiros podem surgir numa área e se expandir para outro quando o controle não é feito de forma mais abrangente.
  • Grande número de formigas por formigueiro.
  • O combate pode ter custo elevado se não for acompanhado de práticas preventivas (manejo correto do solo) e regionalizado.
  • Pela dificuldade de envolver comunidades como um todo. Resistência de algumas pessoas cujas propriedades se tornam foco de reinfestação.
  • Danos econômicos significativos:
  • 1 formigueiro adulto pode recolher até 1.000kg de folha e talos por ano;
  • 1 formigueiro de 1m² pode matar 37 árvores, o que representa 8m³ de madeira/alqueire/ano;
  • 10 formigueiros considerados velhos consomem até 21 kg de capim/dia que equivale a um boi e provoca uma redução de 50% da capacidade de pasto;
  • Nas culturas já ocorre redução de produção a partir de 10% de perda da área foliar.

Sobre predadores:

TAMANDUA1 gavião consegue ingerir + – 37/kg insetos/ano
Aves em geral atacam rainhas novas no ar ou na terra quando estão cavando ninho.
1 tamanduá mantém livre de formigas, uma área de 5 a 10 hectare
As práticas de controle devem ser utilizadas em conjunto com a vizinhança, do contrário não trazem bons resultados.

PREVENÇÃO DE DANOS:

a) Tratamento de sementes: usar sabonete diluído em água para tratar semente de hortaliça.

b) Barreiras físicas: proteger árvores e mudas, usar cones invertidos de lata, plástico, folha metálica. O princípio de funcionamento é impedir que formigas cheguem às folhas. Pneus e caneletas de água também funcionam mas são criatórios de mosquitos.

c) Plantas repelentes ou tóxicas: hortelã, batata-doce, salsa, cenoura, mamona e gergelim funcionam como repelentes ou intoxicantes. Deve-se plantá-las em volta de áreas de cultivo.Elas funcionam bem quando a infestação é baixa.

d) Produtos repelentes: casca de ovo moída, carvão vegetal moído e farinha de osso. Colocar numa faixa contínua em volta do local a ser protegido para afastar as cortadeiras.

e) Plantas atraentes ou pasto alternativo: leucena, mandioca, cana-de-açúcar e o gergelim preto. Devemos manter estas plantas na área. Elas são mais atrativas do que as culturas. O gergelim, além de ótima isca também faz o controle. A semente do gergelim é tóxica e destrói o fungo que serve de alimentação às formigas.

PERTURBAÇÃO DE COLÔNIAS:

Os métodos aqui citados, funcionam mais no sentido de desorganizar as colônias, tornando-as inativas por meses.Quando repetimos as técnicas ou as aliamos a outras, podemos até matá-las ou obrigá-las a migrar para outro local.

a) Compactação: técnicas simples e segura quando os formigueiros são novos ou superficiais. Consiste em provocar o desabamento das panelas e danificar as formigas e seu ninho, mantendo-as sempre ocupadas fazendo seu ninho.A atividade de corte pode até parar por dois meses. Este trabalho pode ser feito com soquete manual de construção.

b) Químicos caseiros: várias substâncias químicas caseiras ou de fácil obtenção perturbam um formigueiro, como o sal, cinza, vinagre, cal e calcário. O sal e o vinagre não podem ser usados em terra de plantio, mas sim em calçadas, muros, estradas, pois inibirá o crescimento das plantas.

LIMITAÇÃO DA PRODUÇÃO

Pelo fato de não ser possível nem desejável a exterminação das formigas e sim manter baixa a infestação, torna-se necessário diminuir as revoadas com:

a) Controle antes das revoadas: utilizando as técnicas já citadas.

b) Criação e/ou preservação de inimigos naturais: na revoada, galinhas comuns ou da angola, pássaros, tatus, tamanduás podem evitar até 90% da reinfestação.

DIMINUIÇÃO DE INFESTAÇÃO

a) Aumento da biodiversidade: ou seja, do conjunto de espécies animais e vegetais em uma área (flores, fruto, culturas intercaladas ou em faixas, reflorestamento, marimbondos, aranhas, formigas não cortadeiras, pássaros, tatus, tamanduás, angolistas). Uma situação onde o ambiente é variado, nenhuma espécie se torna praga pois uma controla a outra mantendo um nível de infestação baixos.

b) Manejo do solo: as formigas para se instalar preferem áreas limpas, sem vegetação rasteira, o que facilita a construção e aquecimento das panelas. Ou seja, o solo sem cobertura e pouca matéria orgânica é o ideal para elas. Devemos sempre trabalhar com um solo cheio de vida e rico em matéria orgânica. A resistência das plantas às pragas (inclusive a formigas), melhora com o manejo orgânico do solo, devido ao equilíbrio que permite existir entre os seres que habitam o solo, a presença de nutrientes variados. O sistema de plantio direto ou mesmo de cultivo mínimo, com cobertura de solo, estão comprovadamente, diminuindo a quantidade de formigueiros.

c) Consorciação de plantas: as culturas mais atacadas devem ser plantadas consorciadas com culturas repelentes ou que afastam as cortadeiras. Esta é uma técnicas que evita prejuízos maiores em áreas muito infestadas.

d) Planejamento da produção: planejar a rotação de culturas, espécies mais resistentes ao ataque, plantar culturas em suas épocas recomendadas e na densidade certa, sempre incluindo espécies de adubação verde e respeitar a sucessão de gramíneas e leguminosas.

CONTROLE DAS COLÔNIAS

Após trabalhar com métodos que previnem a infestação a um nível mais elevado, ou seja, o aumento do número de formigueiros, muitas vezes há a necessidade de se partir para o Controle das Colônias. Com os seguintes métodos.

a) Métodos físicos: é uma ação direta sobre o formigueiro. Abrir o formigueiro (buraco), retirar o fungo e as crias (ovos), matar a rainha, ir matando as operárias, tentando prejudicar o máximo possível. O local, por conter nutrientes como Fósforo, Potássio, Cálcio e Magnésio pode servir depois para plantar uma muda.

• Fogo: controla bem formigueiros pequenos, mas sempre tomando cuidado para não provocar incêndios.

• Água quente: funciona para formigueiros pequenos.

• Água corrente: é muito usada para controlar formigueiros grandes.Há necessidade de fazer um canal desviando água para o formigueiro quando possuímos água corrente próxima ou usar uma mangueira, deixando entrar água até encharcar. O formigueiro morrerá afogado ou doente.

• Fumaça de escapamento (gás carbônico): dirigir o escapamento de motores a óleo para as bocas principais (olheiros de entrada), através de mangueiras por alguns minutos. Isto pode provocar morte por asfixia ou intoxicação. Deve-se procurar tapar os olheiros por onde começa a sair s fumaça e parar de colocá-la quando ela retornar pelo buraco por onde a colocamos. A fumaça é tóxica ao homem.

• Caça à rainha: se consegue controle de 100% quando se mata formigueiros com 4 meses após a revoada.

b) Métodos químicos caseiros: usar água com sal, vinagre, creolina, óleo queimado, querosene e gasolina. Podem controlar formigueiros médios. Porém não usar em áreas de plantio, pois podem poluir o solo. Estes produtos devem ser usados com cuidado, pois também causam poluição e intoxicam as pessoas se não forem bem utilizados.

As seguintes receitas são mais eficientes:

• Pegar 2 kg de cal virgem, desmanchar em 10 litros de água quente e aplicar diretamente sobre os olheiros principais das formigas.

• Misturar 500 g de Bórax (ácido bórico) a 500 g de açúcar, misturar bem e jogar sobre os carreiros e olheiros.

c) Métodos Biológicos: quando através do uso de microorganismos se controla a produção dos fungos com os quais as formigas se alimentam. A seguir um exemplo:

Formicida Natural

Ingredientes: 50 litros de água – 10 kg de esterco fresco – 1 kg de melado ou açúcar mascavo

Modo de preparar: misturar bem todos os produtos, depois deixar fermentar durante uma semana.

Modo de usar: coar com um pano e aplicar dentro do formigueiro na proporção 1:10, ou seja, 1 litro de produto para cada 10 litros de água, até inundar o formigueiro.

Obs: a respeito do controle biológico ver também a utilização de Boveril e Metarril. Existem também já disponíveis fatores homeopáticos para controle de formigas.

d) restos de formigueiros: quando abrimos um formigueiro podemos retirar o fungo e crias que podem ser moídos com milho, depois utilizados como isca prejudicial para outros formigueiros.

e) plantas tóxicas: algumas plantas têm substâncias tóxicas para as formigas ou seu fungo

• Mandioca brava: a água de mandioca e a raspa podem ser aplicados diretamente nos formigueiros, controlando-os em poucos dias.Tampar e socar as colônias após a aplicação.

• Gergelim preto: é muito procuradas pelas cortadeiras, principalmente suas sementes que as formigas carregam. Funciona porque é tóxico para o fungo, mas não de modo imediato, assim como a maioria dos controles alternativos. O mais usado é o gergelim preto que é plantado em moitas ao redor das áreas ou dentro de áreas atacadas ou que devem ser protegidas. Este método deve ser usado como complemento dos outros. Semeadura deve ser feita no verão.

• Angico: usar 1 kg de folhas e colocar de molho em 10 litros de água por 8 dias. Aplicar 1 litro desta solução para cada m² de área do formigueiro.

• Outras plantas como: capim fedegoso, pessegueiro bravo, mamona, timbó, batata-doce, podem ser utilizadas com inseticida amassando-se as mesmas e fazendo um suco que, misturado à água é aplicado. Mas ainda está sendo testado para ver qual é a melhor idade da planta a ser usada, quais as formigas controlam, enfim, precisam ser usados em pequenas áreas para ver se funcionam.

f) animais: tamanduás, tatus, galinhas da angola e comuns, passarinhos, consomem muitas formigas.

Fonte do texto: Livro, Alternativas Ecológicas para Prevenção e Controle de Pragas e Doenças de Inês Claudete Burg e Paulo Henrique Mayer, Editora Grafic

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ALELOPATIA

cravoO termo alelopatia foi criado em 1937 pelo pesquisador austríaco Hans Molisch com a união das palavras gregas allélon (mútuo) e pathos (prejuízo). Este fenômeno já era relatado desde a antiguidade e tem se tornado objeto de estudos de diversos pesquisadores ao longo dos séculos.

Atualmente, alelopatia é definida como: “processo que envolve metabólitos secundários produzidos por plantas, algas, bactérias e fungos que influenciam o crescimento e desenvolvimento de sistemas biológicos. Segundo Molisch, alelopatia é “a capacidade de as plantas, superiores ou inferiores, produzirem substâncias químicas que, liberadas no ambiente de outras, influenciam de forma favorável ou desfavorável o seu desenvolvimento”

As plantas produzem e estocam grande número de produtos do metabolismo secundário, os quais são posteriormente liberados para o ambiente. Tais compostos poderão afetar o crescimento, prejudicar o desenvolvimento normal e até mesmo inibir a germinação de outras espécies.

Substâncias alelopáticas podem ser liberadas das plantas através da lixiviação dos tecidos, em que as toxinas solúveis em água são lixiviadas da parte aérea e das raízes; volatilização de compostos aromáticos das folhas, flores, caules e raízes sendo absorvidos por outras plantas; exudação pelas raízes, onde um grande número de compostos alelopáticos é liberado na rizosfera circundante, influindo direta ou indiretamente nas interações planta/planta.

Estudos têm sido realizados com o intuito de se conhecer melhor as espécies de plantas com atividades alelopáticas e as substâncias com efeitos inibitórios, suas fontes e seu comportamento no ambiente com o objetivo de discutir uma possível aplicação destes compostos como bioerbicidas.

No Brasil, em um dos primeiros estudos realizados, Almeida (1993) identificou potencialidades alelopáticas nas gramíneas forrageiras Brachiaria decumbens, Brachiaria humidicola e Brachiaria brizantha cv. Marandu em níveis que possibilitaram reduções expressivas na germinação de diferentes plantas. A Alelopatia é um conceito utilizado também para a aplicação de plantas companheiras, na agricultura alternativa. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alelopatia

Plantas Companheiras

São plantas pertencentes a espécies ou famílias, que se ajudam e complementam mutuamente, não apenas na ocupação do espaço e utilização de água, luz e nutrientes, mas também por meio de interações bioquímicas chamadas de Efeitos Alelopáticos. Estes podem ser tanto de natureza estimuladora quanto inibidora, não somente entre plantas, mas também em relação a insetos e outros animais.

Seguem alguns exemplos :

As plantas da família das solanáceas ( tomate, batata, pimentão, entre outras) e as da família das compostas (Cichoriaceae), como alfaces e chicórias combinam bem entre si. Estas famílias, por sua vez, também combinam com umbelíferas (Apiaceae) como cenoura, salsa, aipo, erva-doce, batata-salsa e com Liliáceas como o alho e a cebola.

As cuburbitáceas (abóbora, pepino, melão, melancia, chuchu) associam-se bem com as solanáceas, com plantas leguminosas(feijão, ervilha) e gramíneas(milho, trigo), conforme seu hábito de crescimento e forma de cultivo; alternado-se fileiras -duplas tutoradas, por exemplo, de tomate, feijão-vagem e pepino, ou na tradicional associação de milho, feijão e abóbora.

A regra geral para uma boa associação ou rotação de culturas é a de escolher sempre uma sequência de plantas de famílias diferentes.

Plantas Antagônicas

Algumas espécies possuem substâncias que afastam ou inibem a ação de insetos, como ocorre, por exemplo, com o piretro, presente no cravo-de-defunto e nos crisântemos. Como qualquer estratégia de manejo agroecológico, o uso de tais plantas não deve ser feito isoladamente e, sim, dentro de uma visão abrangente de promoção do equilibro ecológico em toda a propriedade agrícola. Quanto mais equilibrados estiverem o solo, as plantas e os animais, menor será a necessidade de se apelar para tais estratégias, aproximando a produção orgânica da situação ideal que é a de pouco intervir porque agroecossistema já se tornou capaz de se auto-regular.

a) Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) e ou Cravorana (Tagetes sp) silvestre. As plantas inteiras, principalmente no florescimento, são boas repelentes de insetos e nematóides (no solo). Usadas em bordadura das culturas ou em pulverizações na forma de extratos alcoólicos, atuam tanto por ação direta contra as pragas, quanto por “disfarce” das culturas pelo seu forte odor. Fórmula Geral: 200 gramas de planta verde, mascerados por 12 (doze) horas em álcool (aproximadamento 1 litro) e diluídos em 18 a 19 litros de água (20 litros para pulverização)

b) Cinamomo (Melia azedorach L., família Meliaceae). O chá das folhas e o extraído acetônico-alcoólico dos frutos (ambos na dosagem média de 200 gramas para um volume final de 20 litros para pulverização) são inseticidas. Os frutos devem ser moídos e seu pó pode ser usado na conservação de grãos armazenados. Observação: É uma árvore ornamental comum no sul do Brasil, de origem asiática.

c) Saboneteira ( Sapindus saponaria L.) Árvore nativa da América Tropical, usada como ornamental , possui nos frutos um efeito inseticida. Para se ter uma idéia de seu poder de ação, vale mencionar que seis frutos bastam para preservar 60 quilos de grãos armazenados. Os estratos podem ser feitos dos frutos amassados diretamente em água (uso imediato) ou conservados por extração acetônica e/ou alcoólica. Em ambos os casos, 200 gramas são suficientes para o volume de 20 litros de um pulverizador costal.

d) Quássia ou Pau-amargo (Quassia amara, família Simarubaceae). Arbusto alto, nativo da América Central, com ação inseticida especialmente contra moscas e mosquitos, pelo alto teor de substâncias amargas na casca e madeira. Estas partes podem ser usadas em pó ou extrato acetônico-alcoólico, assim como os ramos e folhas, variando apenas a concentração: 200 gramas de cascas ou madeira moída.

e) Mucuna-preta (Mucuna sp ou Stizolobium oterrium). Plantada associada ao milho, evita mais de 90% da instalação dos gorgulhos nas espigas.

Atrativos ou “Plantas-Armadilhas”

Muitas plantas possuem substâncias atrativas específicas para alguns insetos, que podem ser utilizadas como plantas-armadilha para várias pragas. A simples concentração dessas pragas já as torna mais vulneráveis a parasitas e predadores, assim como mais sujeitas a doenças, permitindo também a utilização de métodos agroecológicos de manejo de pragas e doenças.

Seguem alguns exemplos de plantas atrativas de comprovada utilidade na horticultura:

Porongo ou Cabaça (Lagenaria vulgaris). Plantado em bordadura (em forma de cercas-vivas) ou com seus frutos cortados e espalhados na lavoura é o melhor atrativo para o besourinho ou vaquinha verde-amarela (Diabrotica speciosa).

Tajujá (Cayaponia tayuya). Planta da família das cucurbitáceas, atrativa para as vaquinhas. Sua limitação consiste no fato de que as raízes que são a parte mais útil da planta, são de cultivo mais difícil que o do Porongo.

Fonte: http://www.planetaorganico.com.br/alelopatia.htm